Super especial

O miúdos americanos podem não ser os melhores a matemática, ou a ciências ou a desporto. Mas há uma coisa em que parecem ser os melhores: auto-estima. O constante: you’re special, you’re beautiful, you’re amazing, you’re a winner, you’re a fighter, you’re brilliant. Nos filmes, nos programas de televisão, nas séries. Infelizmente, a vida acaba por, mais cedo ou mais tarde, lhes mostrar que não são os mais bonitos, os mais especiais ou os mais inteligentes. Lembei-me disto este fim de semana quando, depois de ouvir uma miúda de onze anos desafinar dolorosamente num concurso de cantores, a ouvi dizer no final: ‘Não ganhei, mas a minha mãe disse que fui a melhor. Fiquei em segundo lugar’. Ah, que mentira.

(Imagem: Ice, ice, baby. Os icebergs de Camilla Seaman aqui)

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