O futuro chegou

Eu não conduzo. Não sei porquê. No dia em que me sentar no divã do psicanalista, talvez venha a resposta. Eu não conduzo, por isso a notícia que me entusiasmou mais nos últimos dias foi mesmo aquele longo artigo na Visão sobre os carros sem condutor. Verdade. Eles andam aí. Mais, diz-se que poderão estar na estrada em 2020. Num carro sem condutor, eu posso entrar, sentar-me e dizer ‘Parque das Nações’ e o meu carro inteligente, munido de sensores, GPS, estacionamento automático, câmaras e outras coisas como cruise control – que não sei muito bem para que servem – leva-me direitinha ao meu destino. Posso escrever ‘Porto’ ou ‘Dubrovnik’ e acontece a mesma coisa. Será? Todas as marcas estão a trabalhar em protótipos e até a Google se meteu ao barulho, apostando num  modelo sem volante e sem pedais e com apenas um botão para andar e outro para parar. Parece perfeito. Eu sei, eu sei depois há inúmeras preocupações, mas neste momento vou optar por ver só as vantagens. O futuro chegou e não é como mostravam na série Galactica. É muito mais fixe.

(Imagem: O modelo da Google. Eu sei, eu sei. Talvez seja preciso trabalhar o design)

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