A vida de Rita Hayworth não foi um mar de rosas

Gosto de perder tempo a ler biografias na wikipédia. Tanto leio a de Leonardo da Vinci como a de D. Maria I. A última que li foi a de Rita Hayworth, que na verdade se chamava Margarita Carmen Cansino. Foi casada cinco vezes – uma delas com um príncipe árabe – e divorciou-se outras cinco. Teve duas filhas.  Mudou de nome. Começou a trabalhar quando ainda era uma criança. Fez pequenos papéis no cinema sem que ninguém reparasse nela. Foi despedida e depois conheceu a glória no grande ecrã. Fez birras, entrou em guerra com os estúdios e se chateou com muita gente. Era uma magnífica bailarina, mas nunca aprendeu a cantar.

Tudo isto para dizer que, à excepção de filósofos alemães como Kant e Hegel ou de gente como Emily Dickinson, a maior parte das pessoas notáveis viveu vidas muito acidentadas. E deram muitas vezes com a cabeça nas paredes. Acho importante saber isto.

(Nas imagens: Rita Hayworth em 1945 com o seu segundo marido, Orson Welles. Disse ela do seu infeliz casamento: During the entire period of our marriage he showed no interest in establishing a home. When I suggested purchasing a home, he told me he didn’t want the responsibility. Mr. Welles told me he never should have married in the first place; that it interfered with his freedom in his way of life)

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