Costa do Sol

If man were wise, he would gauge the true worth of anything by its usefulness and appropriateness to his life, escreveu Montaigne. É a velha distinção entre inteligência e sabedoria. Eu, por exemplo, vivo numa cidade inteligente, mas não sábia. Uma cidade complexa. Sofisticada. Mas não necessariamente feliz. São estradas e transportes, restaurantes, e-mails e reuniões, espírito de iniciativa e entusiasmo. E, depois, o outro lado: stress, psicanalistas, medicamentos e ginásios. Ouvindo as conversas por aí, fica a ideia que quase todos sentem a nostalgia de uma vida mais simples, da ausência de horários, da ausência de gráficos e de metas e que parecem até querer dispensar os sofisticados meios de transporte que os levam até onde não querem ir.

(Na imagem: As praias da Costa do Sol em 1927. Se ainda não foram aqui, não sabem o que estão a perder)

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