Pessoal e intransmíssivel

Quando alguém é despedido, a versão oficial nas empresas é que ‘tivemos que fazer cortes’. É conveniente. Impessoal. Indolor. Tranquiliza o gestor que despede e a pessoa que é despedida. Há sempre um relatório, uma diretriz, ‘ordens de cima’ ou, no caso das multinacionais, ‘indicações lá de fora’.

Mas a verdade, é que despedir alguém é (quase) sempre algo pessoal. Porque escolhemos aquela pessoa e não outra. Porque quando se quer manter um bom funcionário há sempre uma alternativa. Mesmo que signifique tê-lo noutras funções ou criar um vínculo diferente.

(Marilyn Monroe foi despedida do seu último filme, Something’s Got to GiveGeorge Cukor diria que foi algo completamente pessoal. Mas, antes teve tempo para experimentar este fabuloso conjunto de ganga)

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